Segurava com toda a força o porrete, mas a fera chacoalhava me feito um coelho. Numa fração de segundos o animal da um salto para longe de mim e uma espada passa sobre minha face, movendo meu sangue inteiro para a cabeça.
Meu corpo gelado não foi capaz de fazer nada a não ser respirar fundo preenchendo o vazio dos pulmões provocado pelo susto.
Ela olhou pra mim e emitiu um som.
“Vamos, levante-se!”
Não conseguia compreender que tipo de código era aquele, mas, diante do perigo, levantei-me e me posicionei atrás dela. Com o porrete em mãos, me recompus e voltei à ofensiva.
A fera, agora acuada, hesitava em se aproximar. A combatente, lentamente andava afastando se de mim pela direita em direção à criatura, numa possível tentativa de cerca-la. Fiz o mesmo, pela esquerda.
Estávamos quase cercando-a quando finalmente o animal optou em fugir.
A moça pegou a espada e embainhou pendurada em suas costas. Eu não seria o próximo a morrer.
Ela olhava para mim e emitia sons, os quais pareciam familiares também. Diante de tal dessincronía, ela agarrou meu pulso e me conduziu junto a carroça. Ela agarrava a estrutura de madeira, possivelmente querendo virá-la. Finalmente compreendi que ela precisava de ajuda. Assim fiz.
Com a carroça de volta em pé, recolhemos as frutas e hortaliças. Num assovio, os cavalos que se escondiam dentro da floresta vieram. Eram dois, um marrom, e outro negro. Amarrados, carroça cheia, ela me convidou a subir e com outro som, ela fez com que os cavalos começassem a andar.
Alelos viu, \o/, postou!
ResponderExcluirA história está se desenrolando bem :D
Não gostei de uma coisa: o post foi PEQUENO DEMAIS,kkkk
Vamo, vamo, demora muito não, se não a gente perde o fio da miada... flw ;*