Com Sauck à frente, prosseguíamos por um túnel que se encontrava atrás do Beholder Monstruoso. O cenário aos poucos se molda de um quartel de cultistas e beholderes para uma caverna de pedra com alguns poços de lava.
Não tardou até que os Primeiros Lordes Dragões viessem numa tentativa fútil de nos parar. Eram fracos em comparação ao que já tínhamos enfrentado até então. Caminhamos durante algum tempo e chegamos ao que a principio poderia ser nosso objetivo: Uma ponte que passava sobre um rio de lava e entrava na montanha, guardado por uma porção de Lordes Dragões.
Estávamos-nos contentes por finalmente alcançar o cumi da aventura. Sauck tomou à dianteira e combatia o primeiro dragão à sua frente. Tarcus e eu cuidávamos de acelerar o processo para abater as feras.
À medida que íamos penetrando por entre os dragões, a tensão ia ficando maior. O calor daquele lugar banhado em fogo fazia com que as gotas salgadas de suor alcançassem nossas bocas. O enxofre acinzentava nossas peles. E, os ferimentos, davam mais adrenalina à expedição.
Seguindo a ponte, no interior da montanha, encontramos mais alguns Dragões e Elementais de fogo. Nada que merecesse uma descrição mais detalhada.
O tesouro que esses lagartos vermelhos guardavam era um portal mágico frente a um altar. O coração então batia mais forte. A duvida pairava sobre nossas cabeças: entrar ou não. Aquele poderia ser a passagem para nossa gloria, ou, a pá que cavaria nosso tumulo.
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