Por entre os escombros de talvez uma antiga cidade, havia uma mansão destruída. No centro da residência, uma escada que levava ao porão onde existiam fantasmas, mais Ghouls e Esqueletos Demoníacos.
Em um dos cômodos desse porão havia um buraco em uma das paredes, que levava a uma serie de tuneis. Da penumbra daquele lugar, ouviam-se vozes, que, falavam línguas estranhas, algo parecido com conjurações mágicas. Seguíamos, cautelosamente.
Então finalmente encontramos o cujo que estava a ler antigos livros numa biblioteca. Era um Necromante: Magos que descobriram a arte de manipular os mortos livremente.
Atacou-nos com conjurações de Múmias e Ghouls, junto as suas magias de veneno. Sauck não hesitou e partiu para cima de seus lacaios, enquanto Tarcus e eu desferíamos varias magias sobre o conjurador de tais magias repugnantes. Cada vez que nos aproximávamos dele, podíamos sentir seus pensamentos obscuros e sua vontade de nos matar, e aquilo, acabava por tirar-nos do foco do combate, deixando-nos fracos. De certa maneira, foi fácil acabar com ele, sendo que, quando seus lacaios não o protegem, ele fica vulnerável.
Em seu cadáver, achamos um livro de magias, no qual, continha instruções e alguns macetes para conjurações. O jovem mago precisava mais daquilo do que eu. Não me importei em deixá-lo com ele.
Ainda nos tuneis, achamos um buraco que levava as profundezas dessa caverna. N’outra serie de tuneis, esses porem, prenderam-me a atenção: sua trilha formava um pentagrama. E, onde seria a reta na horizontal, o primeiro traço ao desenhar a estrela, havia uma pequena sala.
Havia um buraco no teto. Disse a meus companheiros que aguardassem, iria checar primeiro. Ao subir, surpresa. Era um salão onde necromantes e algumas freiras, obviamente, servas de Zarthroth, se reuniam para seus cultos horrendos. Desci novamente.
A estratégia: enquanto nossa poderosa guerreira cuidaria dos lacaios dos necromantes, nós, conjuradores, cuidaríamos dos outros. Pra mim, a tarefa não se resumia a apenas isso. Eu tinha que, alem de tudo, cuidar para que Sauck não acabasse morta nesse combate.
Subimos, e pela espreita, a lamina do wyvern de Sauck penetrou no corpo gelado de um necromante, o qual deixou sair um grito horripilante. Foi a largada para nossa luta para sobrevivência. Era uma horda de Múmias e Ghouls que se abatia sobre nos. Tarcus partia para cima de um necromante, eu, outro.
Foi quando vi ao em meio a uma multidão de mortos vivos, um vampiro. Sauck, debaixo daquilo tudo, fraca, quase morta. Concentrei-me nela e conjurei uma magia de cura. Era tudo que ela precisava, mergulhou em um frenesi, e num corte horizontal derrubou todos os lacaios dos necromantes, restando apenas o vampiro. Para o azar do vampiro, no salão, ele era o único morto vivo, e, estava prestes a conhecer a morte pelos olhos de Sauck.
Quando prestes a morrer, o chupador de sangue transformou-se num morcego e tentou fugir. E, num movimento de extrema destreza e precisão, ela lançou sua espada no morcego, partindo o em dois.
Fizemos uma busca rápida nos cadáveres em busca de tesouros. Apenas alguns livros de magias. O verdadeiro tesouro encontrava-se em um caixão: Um manto azul, e um cajado da caveira.
Atrás desse caixão, um corredor, e em seguida, uma escadaria iluminada por cristais rosados.
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